terça-feira, 22 de novembro de 2011

esta confiança não tem preço!!!!

Odontologista, ortodontista, cirurgião bucomaxilo..... ter uma equipe que te passa confiança é imprescindível.
É natural também o relação de amizade que com o tempo a convivência promove.
Atentei para as referências da equipe isto foi de suma importância; de uma forma involuntária a entrega de credibilidade foi acontecendo, e tenham certeza meus queridos, isto influi muito!!!
Fui agraciada e presenteada pelo Senhor com profissionais que dispensam qualquer comentário! Minha Ortodontista Dra. Kátia Bethânia,  mega detalhista (adoro isto nela), atende às minhas espectativas... tirando sempre minhas dúvidas.

E os Cirurgiões Fábio (muito querido), Nelson Studart e  Antônio Figueiredo Caubi (meu veinho ^.^) 
Dr. Caubi é um anjo! super atencioso, atende aos meus telefonemas súbitos, estando dentro ou fora do país, sempre que me deparo com mais uma nova informação assustadora sobre meu caso.
Profissional com P maiúsculo, sem dúvidas.

Não tenho do que reclamar!

Deixo pra vocês trechos de matérias da Secretaria Estadual de Saúde em Pernambuco:


Cirurgia ortognática devolve funções maxilomandibulares e corrige deformidades faciais

Muito mais do que um incômodo estético, as deformidades dentofaciais – provocadas por falhas na disposição das arcadas dentárias e ossos da face em relação à base do crânio -, como queixo muito longo ou curto, sorriso gengival e mordida aberta, podem comprometer o funcionamento correto da mandíbula e do maxilar. O resultado são dores nas articulações perto do ouvido, dificuldade de mastigar, forte dor de cabeça e apneia do sono (paradas respiratórias enquanto dorme), só para citar alguns exemplos. Nesses casos, as soluções não são alcançadas apenas com uso de aparelhos ortodônticos. É quando entra em cena a cirurgia ortognática.

A cirurgia ortognática visa a correção dessas irregularidades, que podem ser divididos em quatro grupos. O primeiro engloba queixo grande, queixo pequeno, maxilar mais para a frente ou para trás. O segundo, a face curta, fazendo com que a pessoa sorria e não mostre ou mostre pouco os dentes superiores; e face longa, que provoca sorriso gengival, onde se mostra em excesso os dentes e a gengiva. Encaixam-se neste caso também aqueles que não conseguem permanecer em repouso com a boca fechada. Por fim, há as situações onde os maxilares estão em desarmonia no sentido lateral, aparentando uma face torta ou desviada para um dos lados.
Tais deformidades podem ter origem em síndromes e anomalias específicas, distúrbios de crescimento, trauma facial, problemas musculares, hormonais ou genéticos. De acordo com o chefe do Serviço de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do HR, Carlos Lago.
Ideal é aguardar o término do crescimento do esqueleto facial para se submeter à cirurgia – nas meninas, por volta dos 17 anos e nos meninos, aos 18. “Mas em adolescentes que apresentem problemas de convívio social decorrentes da deformidade facial, poderá ser antecipada”, salienta o cirurgião Bucomaxilofacial do HR, Antonio de Figueiredo Caubi. O procedimento é realizado sob anestesia geral e acompanhamento integral do médico anestesista. As incisões são por dentro da boca e não deixam cicatrizes externas. A fixação óssea é feita com placas de titânio, que fornecem imobilização suficiente para permitir os movimentos mandibulares, podendo se alimentar e escovar os dentes tranquilamente.
“Os valores humanos estão distribuídos em vida, função, estética e satisfação. Então nesse quesito a cirurgia ortognática tem cumprido o seu papel”, afirma Caubi. Segundo ele, na maioria dos casos, o problema estético é tão ou mais grave que o funcional, tornando a pessoa depressiva. “Temos pesquisas que mostram que o grau de satisfação dos pacientes é excelente. Não é exagero dizer que eles começam uma nova vida”.
...pensem nisto, meus queridos prognatas de plantão!!!! até a próxima!




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